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Centrais organizam agenda de luta e marcam Plenária Nacional para o dia 1º de setembro

Os dirigentes indicaram que vão intensificar o corpo a corpo no Congresso Nacional.


POR Redação

Publicado em 14 de agosto de 2017

Foto de CTB

Reunidas na tarde desta segunda-feira (14), a CTB junto com a UGT, Nova Central, Força Sindical e CSB, avaliaram a conjuntura nacional, refletiram sobre a organização sindical, o avanço do desemprego e os impactos da crise e os desafios para a retomada do crescimento.

Para aprofundar essas questões e unificar a luta do movimento sindical, as centrais programam uma ampla plenária nacional para o dia 1º de setembro, ainda com local e hora a ser definido.

Na frente institucional, os dirigentes indicaram que vão intensificar o corpo a corpo no Congresso Nacional.

“Vigilância, mobilização, resistência e diálogo serão fundamentais para enfrentar a agenda regressiva em curso”, avaliou o presidente da CTB, Adilson Araújo, ao indicar que o momento é de construção de um novo paradigma que tenha por centro um movimento sindical forte e consequente.

A defesa do emprego e a retomada do crescimento também foram amplamente debatidas. E como proposta, as centrais indicaram a construção de um documento conjunto para orientar os debates e as lutas na atual etapa. Na oportunidade, a CTB apresentou Nota Técnica publicada em julho, na qual faz ampla análise do processo de desindustrialização e os desafios para a retomada do crescimento com geração de emprego e renda.

Reforma Trabalhista

As consequências da reforma trabalhista também foram tema da reunião. As centrais definiram a elaboração de uma cartilha unitária que denuncie e oriente a sociedade, em especial a classe trabalhadora, sobre as consequências da reforma e como enfrentar os abusos com a nova regra.

Ficou agendada para a próxima segunda-feira (21), na sede da UGT, a partir das 14h30, nova reunião das centrais sindicais para avaliar.

Fonte: Portal CTB