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CTB e FITMETAL debatem participação em Conselho do Sesi

Trabalhadores têm direito a 12 vagas no órgão, sendo seis titulares e seis suplentes


POR André Cintra

Publicado em 28 de maio de 2018

Marcelo Cardia (CTB), Wallace Paz (FITMETAL) e Adilson Araújo (CTB), na reunião com Rose Rainha e Mariana Pires, do Conselho Nacional do Sesi

Foto de André Cintra

Representantes do Sesi (Serviço Social da Indústria) visitaram nesta segunda-feira (28/5) a sede nacional da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), em São Paulo. A reunião – que tratou da nova composição do Conselho Nacional do Sesi – foi acompanhada por Wallace Paz, secretário-geral da FITMETAL (Federação Interestadual de Metalúrgicos e Metalúrgicas do Brasil).

Segundo Rose Rainha, superintendente de gestão e secretária do Conselho, os trabalhadores têm direito a 12 vagas no órgão, sendo seis titulares e seis suplentes. Os próximos conselheiros devem ser oficializados em julho. “Estamos dialogando com as centrais sindicais e federações para escolherem novos integrantes”, declarou Rose ao “Portal CTB”.

“A decisão de termos representantes dos trabalhadores no Conselho Nacional começou em 2007, com objetivo de aproximar mais o Sesi de quem trabalha na indústria”, agregou Rose. O Conselho Nacional do Sesi existe desde 1947 e conta, no total, com 37 integrantes.

"Nada mais justo que os trabalhadores ocupem espaços em seu Conselho Nacional, bem como em outras instâncias, para contribuir no debate”, diz Wallace Paz, da FITMETAL

Para Adilson Araújo, presidente da CTB, é importante dialogar com o setor produtivo nacional para a superação da crise. “A desindustrialização é prejudicial à classe trabalhadora e ao País. Por isso, o diálogo com o setor produtivo nacional é fundamental para a criação de políticas que revitalizem a indústria e a economia, com criação de empregos e justiça social”, afirmou.

Na opinião de Wallace Paz, da FITMETAL, os trabalhadores formam a “força motriz” da indústria e, por isso, devem ser sempre ouvidos. “Das nove instituições que formam o ‘sistema S’, o Sesi se destaca pela interface entre o setor produtivo e a função social. Nada mais justo que os trabalhadores ocupem espaços em seu Conselho Nacional, bem como em outras instâncias, para contribuir no debate.”


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