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Metalúrgicos de Minas rejeitam proposta da Fiemg em assembleia e prometem ampliar mobilização

Proposta da Fiemg de 5% de reajuste apenas para fevereiro de 2017 e com a cláusula do Banco de horas de 300 dias é rejeitada pelos metalúrgicos.


POR Redação

Publicado em 10 de outubro de 2016

Foto de Reprodução

Reunidos em assembleia, na manhã de domingo (9), os metalúrgicos de todo o estado de Minas Gerais, organizados pela FITMETAL (CTB), FEM/CUT e FEMETAL (Força Sindical), rejeitaram a proposta da Fiemg, de 5% de reajuste apenas para fevereiro de 2017 e com a cláusula do Banco de horas de 300 dias.

A assembleia também decidiu ampliar a unidade e mobilização das fábricas e pela realização de novas manifestações, nas ruas e portarias de fábricas, nas próximas semanas.

Os metalúrgicos de Minas reivindicam reajuste e aumento real, com índice total de 12%, além de reajuste e valorização no piso salarial, abono de um salário nominal e redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem diminuição dos salários, dentre outras.

"É uma proposta inaceitável, que exige uma resposta à altura dos metalúrgicos de Minas, que devem intensificar a mobilização nas fábricas e a unidade aos sindicatos e federações nessa luta", afirma o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Betim, João Alves de Almeida.