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Sindicato dos Metalúrgicos de São Luís intensifica mobilização por assinatura de Convenção Coletiva

De acordo com o presidente do Sindicato, José Maria Araújo, a partir de agora as paralisações se darão diariamente nas empresas que ainda não firmaram acordos com a entidade para regularizar os reajustes e benefícios dos empregados.


POR Redação

Publicado em 21 de julho de 2017

José Maria Araújo fala com os trabalhadores da MEMPS

Foto de Divulgação

Na manhã desta sexta-feira, 21, organizados pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São Luís, filiado à Fitmetal, trabalhadores paralisaram as atividades na empresa MEMPS, reivindicando a assinatura da convenção coletiva de trabalho da categoria, em atraso desde o dia 1º de março (data-base). Na manhã desta quinta-feira, 20, a entidade realizou o movimento na portaria da Alcoa/Alumar, principal empresa do ramo e que está impedindo que o Sindicato Patronal assine a CCT.

De acordo com o presidente do Sindicato, José Maria Araújo, a partir de agora as paralisações se darão diariamente nas empresas que ainda não firmaram acordos com a entidade para regularizar os reajustes e benefícios dos empregados, até que a situação seja definida.

Os trabalhadores da MEMPS participaram de assembleia geral na portaria da empresa e, após a gerência ter informado que haveria uma reunião para deliberar sobre a assinatura de acordo ou convenção, os empregados retomaram as atividades.

Segundo Araújo, o objetivo das manifestações é garantir a regularização da situação, já que os cinco meses de atraso está deixando muitos trabalhadores com salários congelados. “Assim como as empresas não aceitam atraso na produção, o trabalhador também não vai tolerar o atraso em seus direitos”, avalia.


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